13 de julho de 2017

Animações 3D feitas em 2002

No ano de 2002 e 2003 tirei um curso de animação 2D e 3D numa escola profissional. Gostei de aprender um pouco sobre o mundo 3D: modelar objectos, definir luzes e sombras e animar. Mostro aqui 2 trabalhos que fiz da minha autoria: modelação, animação e banda sonora.

A espada de Sir Gustavo

Esta foi a 1ª animação 3D usando o software Maya. Foi feita em 2002, como trabalho final da 1ª parte do curso de animação 3D. Tanto os gráficos, modelação, animação e a banda sonora foi feita por mim.
Gosto muito de coisas antigas, medievais, por isso, decidi fazer algo com essa ambiência. Está uma animação simples e não tive tempo para mais.




O suicídio de Bob

Outra animação 3D usando o software Maya. Foi feita em 2003, como trabalho final da 2ª parte do curso de animação 3D. Aqui tive a colaboração de outra colega para os gráficos, modelação e animação. A banda sonora foi feita por mim.
A história é sobre uma borboleta que não conseguiu desenvolver as suas asas. Então vai vendo outros animais como ele, desenvolvidos, e ele vai ficando deprimido. Por questões de tempo, só terminámos a 1ª parte da animação.

10 de julho de 2017

Ainda tenho um velho carro Renault Clio de 4 velocidades

Preciso de um carro novo. O que eu tenho é muito velho. Pode-se dizer que é um carro de colecção. Ou seja, é bom para aqueles que querem coleccionar peças de ferro-velho ferrugento.
Só para vocês verem, o meu carro é um Renault Clio de 1992... de 4 velocidades. E essas velocidades são: Lento, Muito Lento, Ultra-Lento e Cavaco-Silva-Lento.
O meu carro até tem doenças. Sabem o que é vitiligo? Aquela doença em que a pele das pessoas começa a descolorar, a ter manchas brancas? O meu carro tem isso. Cá para mim, o meu carro é um Renault Vitiligo.
Sabem aquelas lombas que existem na estrada para o carro resuzir a velocidade? Eu ando na estrada sempre à mesma velocidade, com ou sem lombas.
Preciso mesmo de um carro novo.

Aqui está o meu velho Renault Clio ao lado de um cartaz de um novo Renault Clio.


5 de julho de 2017

Actuei stand-up comedy num Toastmasters Club

No dia 4 de Julho fui actuar stand-up comedy num Toastmasters Club.

Eu não conhecia o conceito Toastmasters. A primeira vez que ouvi falar nisso foi há uns 2 anos quando um amigo e colega comediante disse que era Toastmaster. Fui ver alguns videos da actuação dele e de outras pessoas e deu-me a ideia de ser um género de TEDx, ou seja, pessoas a discursar sobre variados temas. Este ano soube que uma antiga colega de trabalho também tinha entrado nesse clube e fez-me um convite para fazer uma actuação de stand-up comedy numa das sessões. Aceitei, até porque queria ver o que raio é uma sessão de Toastmasters.
Este é o cartaz que fizeram a anunciar a minha actuação.


No dia 4 de Julho, lá fui eu. O que eu já sabia de antemão era que iria ser num género de uma sala de aula, a minha actuação poderia ter entre 15-20 minutos (ou mais, se eu quisesse) e seria sem microfone. Esta era a parte mais complicada, porque eu estou habituado a actuar com microfone, até porque o meu set requer imitação de sons, o que, sem microfone, não teria tanto impacto. Mas iria experimentar à mesma.
A sessão começou cerca das 20h00 e eu fui o último a actuar. O que achei dessa noite?
Havia muita coisa que não conhecia sobre o conceito Toastmasters e fique impressionado. Aquilo obedece a um horário rigoroso de ordem e tempos de actuação. E entre cada discurso, há sempre apresentações e avaliações. Ali avalia-se o bem falar, a postura em palco, a dicção, a projecção de voz, o tema, a forma como se discursa e um sem número de coisas. Penso que este conceito é bom para muitas áreas, para quem queira ser locutor, actor, professor, empresário, coach e sei lá mais o quê. Todos ali entreajudam-se a dar sugestões de como melhorar da próxima vez que forem discursar em público ou mesmo no dia-a-dia.

A minha actuação correu bem. Estavam cerca de 20 pessoas, o que pode ser difícil numa actuação de comédia pois não há muitas pessoas para rir e é mais difícil puxar o riso, mas houve boas risadas. Fiz o que devia fazer e todos ficaram satisfeito. Até me deram umas dicas do que poderia ter corrido melhor em termos de lógica de texto, o que concordei e ajudou-me bastante.

Em resumo: gostei do conceito Toastmasters, tem gente simpática, divertida e é uma forma curiosa e boa para ajudar as pessoas a falar bem e sem medos.

Fotos da minha actuação.